quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Prazer, Fermina

Saudações.
Me autointitularei Fermina.
Aquela que fora uma doce menina, esperando por seu Florentino, mas obrigada a acostumar-se com os padrões impostos pelos outros. Deu oportunidade a razão.
Hoje sou deusa coroada, mas decepcionando meu Florentino, que nem me escreve mais as cartas; de vez em quando tenho saudade do Juvenal, que não morreu de papagaio, mas morreu no meu coração para nascer no de outra.
E estas decepções me fazem necessitar de um lugar pra desabafar. Farei deste, meu amigo companheiro para quando precisar transbordar meu rio de lágrimas, escoar um pouquinho, para levar embora essa solidão e caber mais uma dorzinha.
                Deixo um vídeo e uma letra que remetem um pouco do meu sentimento. Uns amores frustrados, umas lágrimas doloridas, umas visitas inconvenientes nos meus sonhos e minha mente. Quando penso que não quero mais os ver, os fantasmas que não morreram aparecem num piscar de olhos, num fio de cabelo, numa nuvem de cheiro. E, se o dia estava sorrindo, e eu estava tranquila, vejo o sorriso despedaçar-se em em caquinhos.
                

Those who are dead are not dead,
They're just living in my head.
And since I fell for that spell,
I am living there as well.
 
Time is so short
And I'm sure,
There must be something more.
 
Those who are dead are not dead,
They're just living in my head.
And since I fell for that spell,
I am living there as well.
 
Time is so short,
And I'm sure,
There must be something more.
 
You thought you might be a ghost,
You thought you might be a ghost,
You didn't get to heaven but you made it close,
You didn't get to heaven but you made it close,
 
You thought you might be a ghost,
You thought you might be a ghost,
You didn't get to heaven but you made it close,
You didn't get to heaven but you oh-oh oh-oh.
 
Those who are dead are not dead,
They're just living in my head



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